A perícia do Instituto Médico Legal (IML) apontou que Maria Clara Aguirre Lisboa, de 5 anos, assassinada na cidade de Itapetininga, foi enterrada ainda viva no quintal da residência onde morava. De acordo com o laudo, a causa da morte foi asfixia.
O exame identificou a presença de terra na traqueia da criança, indicando que ela ainda respirava no momento em que foi soterrada. Também foram constatados sinais de traumatismo craniano, resultado de agressões sofridas antes da morte.
A mãe da criança, Luiza Aguirre Barbosa da Silva, e o padrasto, Rodrigo Ribeiro Machado, confessaram o crime. Segundo as investigações, eles enterraram o corpo em uma cova rasa e ainda utilizaram concreto para ocultar o cadáver nos fundos da casa.
O caso veio à tona após familiares paternos denunciarem o desaparecimento da menina à Polícia Civil. Os suspeitos foram presos em 14 de outubro de 2025 e devem passar por audiência no dia 19 de maio, quando a Justiça irá decidir se eles serão levados a julgamento pelo Tribunal do Júri.

